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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Ir ao dentista é...

Hoje é dia de ir ao dentista. fazer uma destartarização; Ou melhor: uma das coisas que mais odeio e ao qual o meu corpo reage com fortes dores de cabeça, tal é o nervosismo de pensar naquelas broncas e aspiradores!... Mas, apesar de todo este cenário negro, existe uma parte de mim que até gosta de ir ao dentista... Curiosos? Então, eu passo a explicar:

Foi há três anos e meio que pus os meus pés pela primeira vez na Clínica Dentária Infante Sagres, em Belém. Desde pequena que tenho pavor de ir ao dentista. Aqueles barulhinhos esquisitos que parece que nos entram pela cabeça, juntamente com o medo que os médicos percam o controlo das máquinas e me magoem [mais concretamente me furem a língua, a bochecha e seja sangue por todo o lado, digno de um autêntico filme de terror!] sempre me fizeram saltar de dentista em dentista, até que acabei por permanecer demasiado tempo com um dentista que, realmente, não me provocava dores, mas só me levou tempo e dinheiro! Colocar-me a dentição em condições não foi uma tarefa bem sucedida por aquele senhor... Até que descobri a Clínica Dentária Infante Sagres e garanto-vos, aconteça o que acontecer muito dificilmente mudo de dentista. Vá, vá, confesso, se a Dra Mariline algum dia mudar de clínica, eu vou atrás dela! 
:)

É que não existem palavras para descrever o carinho que sinto por parte de toda a equipa; Desde da pessoa que está na recepção, aos auxiliares e todos o médicos por quem já passei. Todos compreendem os medos dos pacientes e dão o melhor para que nos sintamos confortáveis naquela que é uma das situações mais desconfortáveis para todos nós. 


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Marafada - A mercearia algarvia

Uma amiga muito querida e a mãe abriram recentemente uma mercearia na Rua da Junqueira, em Lisboa. E o que torna esta mercearia especial? Os produtos algarvios e aquelas iguarias da região que nos deixam de água na boca. Algarvios, estamos bem representados na capital! 
:)

Não deixem de passar por lá para beber um doce, doce, doce sumo de laranja do Algarve ou tomar um cafezinho acompanhado por um Dom Rodrigo. Mas, nem só de docinhos podemos encher a barriguinha na Marafada... Por lá também podemos petiscar uns belos queijinhos ou degustar um bom azeite do sul do País. E porque não brindar com um vinho ou uma cerveja artesanal? Ah, e não se atrevam a sair de lá de mãos a abanar... Lá há para todos os gostos; Desde fruta, compotas, conservas, farinha de alfarroba, folares e folhadinhos de Olhão, iogurtes gregos de S. Brás de Alportel e por aí fora. E já sabem, tudo com sotaque algarvio! 


segunda-feira, 13 de junho de 2016

Dia de Lisboa

A capital para neste dia dedicado a Santo António, o santo padroeiro da cidade de Lisboa. 


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Upps...

Saímos de casa para passear. Ao chegar, no elevador tirei logo a trela ao Alfredo que correu para a porta de casa, assim que o elevador parou. Ficou a olhar para mim e eu brinquei: "E agora? A dona não tem as chaves". Tirei o molhinho pequeno que tinha posto no bolso das calças e ao deparar-me com aquelas 3 chaves da casa de Olhão (!!!), disse: "Não tem mesmo"
:)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

aiii que bonitinho! *

A foto não é das melhores mas estou tão orgulhosa deste cantinho no meu quartinho, que tinha de partilhar. 
:)

#homedetails

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Bryan Adams


Sabem aqueles concertos em que saem com a sensação de que acabaram de sair de um concertão e que espectáculos daqueles acontecem poucas vezes na vida de uma pessoa? Foi, exactamente, o que senti ontem quando, duas horas depois de lá ter entrado, saí do MEO Arena. Como é possível ouvir tantos e tantos clássicos num concerto só? E que som perfeito! Acho que nunca tinha ouvido ninguém que cantasse tal e qual aos álbuns e também nunca tinha assistido a um concerto com o som assim tão bom no MEO Arena (antigo Pavilhão Atlântico). Que maravilha! Depois de ter falhado o concerto no Rock In Rio, em 2012, não podia deixar passar outra oportunidade de assistir a um concerto de Bryan Adams. E soube tãooo bem! Isto quem sabe, sabe! E que o Bryan Adams sabe lá isso sabe! 
:)


#BryanAdams #MEOArena

Podem ler o artigo da Blitz aqui.
NOTA: O artigo mencionado foi consultado no dia 26 de Janeiro de 2016. 

segunda-feira, 9 de março de 2015

Fim-de-semana entre amigos*


Imagem retirada daqui no dia 09Mar15
O que é bom acaba depressa e, hoje, já estamos de volta para mais uma semana, mais uma voltinha!...

terça-feira, 9 de setembro de 2014

A2



imagens que ficam das viagens que me separam da terra do meu coração

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Encontros no prédio

A senhora das limpezas lá do prédio é um amor. É uma senhora já com alguma idade, mas está sempre bem-disposta e pronta a receber-nos com um sorriso. Deseja-nos sempre "Bom dia" com alegria, como eu tanto gosto, e tem aquele ar de avózinha ternurenta. É impossível passar por ela sem lhe falar e, por isso, quando a encontro mesmo no hall do meu andar já sei que vamos ficar na conversa e já sei que o Alfredo vai ficar a ladrar!... Sim porque o meu pequeno príncipe é daqueles que ou sais depressa e ele fica bem, ou se te ouve, já foste. E o que me custa sair do prédio e ficar a ouvi-lo a ladrar de tristeza... 
:(

terça-feira, 13 de maio de 2014

A Felicidade é... #11

Existem fins-de-semana que nos enchem a alma e ajudam a recarregar ao máximo as energias. Para mim, o primeiro fim-de-semana de Maio foi um desses. E depois de uma semana frenética de trabalho, estava mesmo a precisar da minha mãe, do meu namorado, de ar livre e de uma cerveja. 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Casa Maciel

Há, aproximadamente, dois anos, Margarida Pragana deixou a carreira que tinha para se dedicar à 'Casa Maciel', a latoaria da família que abriu portas em 1798. Aos 36 anos, Margarida representa a 7ª geração da família, sendo a única mulher até hoje a tomar as rédeas do negócio. A residente de Lisboa garante que existe uma certa magia na loja que a impede de virar as costas ao negócio e que através das conversas que tem com os clientes e antigos funcionários, conheceu o avô paterno, com quem nunca teve o privilégio de estar. 

Apesar de já ter recebido inúmeras propostas de trabalho, vindas até do estrangeiro e que lhe dariam uma estabilidade económica muito maior, não se arrepende da decisão que tomou: "Nunca me interessei por candeeiros; faziam parte da história da família, mas não lhes ligava nada. Quando comecei a vir para a loja e comecei a ouvir as histórias dos clientes, apaixonei-me pelo legado que o meu pai me deixou. Se fosse pelo dinheiro não estaria aqui, mas agora já não quero sair porque não consigo deixar a 'Casa Maciel'. Os Pragana têm uma certa magia que faz com que aqueles que fiquem à frente da loja não consigam virar as costas ao negócio"

Nas paredes repletas de lanternas estão cravadas histórias que contadas pelos clientes mais fiéis e antigos, como por magia, fizeram com que Margarida conhecesse o avô paterno que faleceu antes dela nascer. "A maior lacuna da minha vida é não ter conhecido o pai do meu pai... Mas ele deixou-me a 'Casa Maciel' e com ela um bocadinho de si. Hoje posso dizer que tenho muitas saudades do meu avô... e nunca o conheci!... E quando tenho aqueles dias menos bons e vou a baixo, peço ao meu avô para me ajudar e a verdade é que sinto que no dia seguinte acordo com outro ânimo"

Quem passa pela 'Casa Maciel' além de ter a oportunidade de contemplar peças cujos moldes datam mais de duzentos anos, pode ainda usufruir da simpatia e boa energia que os Pragana transmitem e que aquece o coração de qualquer um. E, por esse motivo, Margarida confessa o desejo de que o negócio permaneça na família: "Acima de tudo o que me agarra à 'Casa Maciel' são as histórias. Por vezes dou por mim a pensar: Como é possível? A minha ambição era outra... Hoje amo aquilo que faço e quero ficar lá até que as forças me faltem. Não fazia sentido ir outra pessoa para a loja... Eu estava lá como filha e hoje tenho um amor incondicional à 'Casa Maciel' e luto todos os dias para que passe para outra geração. Eu digo sempre que não nascemos todos para ser doutores e que nunca se sabe o que o futuro nos reserva. Mas se tivéssemos de trocar de donos ficaríamos muito tristes. São muitos anos, muitas histórias... Já conheci tantas pessoas que não conhecia mas que fazem parte de mim, da minha história... Como privilegio os valores humanos, considero que a maior crise que estamos a atravessar é a de valores e não a económica. Nunca fui má pessoa, mas desde que estou na 'Casa Maciel' sinto que me tornei uma pessoa mais solidária, mais tolerante..."

Morada: 
'Casa Maciel'
Rua da Misericórdia, 63 - 65,
1200 - 271 Lisboa

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Cá me cheira...

Namorado a trabalhar ao sábado, já não é sinónimo de um dia em casa. Massagem de manhã, café com amigas de tarde, compras ao final do dia, com direito a encontrar pessoas conhecidas na farmácia, e a terminar com uma bela noite em casa.

Ontem dentista e mais um encontro com uma pessoa conhecida na clínica, com direito a conversa e até troca de contactos.

Hoje levar o Alfredo ao veterinário, estar na consulta e regressar a casa em menos de uma hora e sem precisar de gps para chegar a porto seguro. Ah! E ir a uma farmácia sem ter de pegar no carro!!!

Só tenho uma coisa a dizer: Lisboa, finalmente, estás a ser dominada ! Olé