segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Reflexões Pós-Paraíso

Ao reflectir nos três dias que estive no Zmar tiro as seguintes conclusões:

- Não vou ser mãe tão cedo – Que imensidão de putos irrequietos e barulhentos. Será que a pilha nunca mais acaba ou que o botão do on/off está avariado? Irra;

- Não andar descalça – Mesmo que seja para fugir das abelhas que atacam o sumo de laranja! Andar sempre de chinelos de modo evitar as farpas enormes que se espetam nos pés e nos obrigam a uma “micro-cirurgia”.

Fotografia de Elisabete Paulos Ribeiro


Tirando estes dois aspectos nada a assinalar. 
Bom descanso. Baterias recarregadas. :) 

As três irmãs

De volta para Lisboa depois de tres dias no paraíso (Zmar), vou pela Estrada Nacional de modo a poupar o dinheiro das portagens.

Na hora do almoço, paro no clássico restaurante à beira da estrada para comer o tradicional frango no churrasco. Rodeada de emigrantes, olho para a frente e deparo-me com a seguinte imagem:

Fotografia de Elisabete Paulos Ribeiro

Só depois reparei que o restaurante se chama "As três irmãs". Confesso que andei em busca das três senhoras mas só consegui ver duas delas. A sensação que tive é a mesma que temos em crianças quando nos falta apenas um cromo na caderneta.

@ Restaurante "As três irmãs", Grândola

domingo, 14 de agosto de 2011

Zmar


Fotografia de Elisabete Paulos Ribeiro


Isto sim. Qualidade de vida!  B-)


@ Zmar, Zambujeira do Mar

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Malditas obras!

Ontem

Cheguei a casa perto das 20h. Abri as janelas e as persianas que têm de ficar, obrigatoriamente, fechadas devido às obras no exterior do prédio. Estava tranquila a cozinhar e a sentir o ventinho fresco que, felizmente, entrava pela casa dentro. Quando ia começar a minha refeição ouvi barulhos no exterior da casa. "Não pode ser!", pensei. Mas sim. Confirmaram-se as minhas suspeitas. De novo os homens das obras. Lá tive a fechar novamente as janelas e as persianas. Ahhhhh!

Hoje

Sou daquelas pessoas que adia sempre o despertador para ficar mais uns minutinhos na agradável companhia da minha almofada. Prezo imenso o meu descanso e, para mim, as oito horas de sono recomendadas não me satisfazem. Infelizmente, hoje, acordei ao som dos batuques dos homens das obras. Eram oito da manhã. Oito!

Esta noite

Rezarei para que este pesadelo não se prolongue por muitos mais dias.
Malditas obras!