Detesto despedidas. Há quase nove anos que saí da casa dos meus pais e sempre que lá vou de fim-de-semana ou de férias, parte-me o coração virar as costas ao meu lar e seguir o meu rumo. Há quase dois anos que um casal de amigos partiu para Inglaterra e custa-me imenso não os abraçar ou sentar-me com eles num café, como fazíamos tantas e tantas vezes. Na passada sexta-feira foi a vez de uma das minhas colegas de trabalho se despedir. Vai emigrar para a Suíça, onde não duvido que a vida lhe vai sorrir. Porém, depois de dois dias em casa de molho devido a uma dor de dentes, amanhã regressarei à redacção e ela não estará por lá. E vai custar-me. Assim como me vai custar ir a Olhão daqui a uns meses e não abraçar outro casal de amigos que também vai emigrar e o meu querido afilhado, que irá com os papás. Isto de ser uma pessoa de sentimentos e afectos tem muito que se lhe diga... Mas há coisas que nunca mudam e sei que nunca deixarei de ser assim. Gosto e sempre irei gostar de ter por perto aqueles que amo. Detesto despedidas.
Um blog sobre o dia-a-dia de Elisabete. O que lhe dá na cabeça, lhe vai na alma e tudo e mais alguma coisa.
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terça-feira, 4 de março de 2014
sábado, 19 de maio de 2012
A despedida da Maura
Uma colega vai rumar à sua terra natal e a equipa decidiu organizar um jantar de despedida para aproveitar os últimos momentos com a nossa pérola negra. E como o Carlos Moura disse no espectáculo de stand-up a seguir à refeição: "Porque é que só as pessoas boas vão embora?". Entre sorrisos, gargalhadas e, claro, lágrimas, despedimo-nos em grande duma das colegas mais querida que, certamente, ficará nos nossos corações e nas nossas memórias para sempre. Toda a sorte do mundo, Maurinha. De certeza que a próxima viagem de muitos da redacção será a Moçambique para te visitar!
PS - Já alguma vez disse que odeio despedidas?
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