Apesar de me enganares muitas vezes, de falares depressa demais e de eu insistir em te contrariar... quero que saibas que és uma óptima companhia (nas longas viagens nocturnas então nem se fala) e que sem ti nunca me teria conseguido orientar em lugares desconhecidos (como por exemplo, esta selva urbana que é Lisboa!). Obrigada por existires.
